sábado, 31 de março de 2018

Meu ano sabático na Nova Zelândia

Este artigo foi escrito originalmente como uma carta aberta aos alunos do ETIM Informática da Etec João Maria Stevanatto.

Como coordenador do curso sempre prezei por transmitir informações somente quando tinha absoluta certeza de algum fato. Muitas vezes, admito, eu demorava bastante tempo para comunicar algo, mas preferia isto ao invés de ter que retornar depois e contradizer o que havia afirmado antes. Raríssimas vezes repassei alguma informação ainda não confirmada, mas nestes poucos casos eu estava ciente das consequências e disposto a assumir a responsabilidade caso algum inconveniente acontecesse.

Sempre pensei dessa forma e continuarei com essa postura até que alguém me convença de que este método é equivocado. Porém, o motivo desta carta aberta deste artigo vai exatamente na contramão dessa minha filosofia. Aliás, desta e de outra filosofia, que é não expor minha vida pessoal. Mas, enfim, estou aqui para informar um fato que certamente é do interesse dos meus alunos (e agora, talvez, dos leitores do blog).

Alguém pode perguntar-se: "Mas por que então o Júnior está fazendo isso?". É simples - queridos alunos/leitores - algumas pessoas não conseguem entender a óbvia razão Divina do porquê o ser humano tem dois ouvidos e apenas uma boca, e possuem a incrível habilidade de espalhar meias verdades sobre a vida alheia, sem importar-se com a privacidade das pessoas envolvidas ou com as consequências de uma informação incompleta. Diante disso - fofocas impertinentes envolvendo meu nome - não me resta outra alternativa senão conversar com vocês através de frias palavras de um texto digitado às pressas que, certamente, será mal interpretado por alguém e usado contra mim em algum momento.

Para dividir com vocês o que tenho para contar aqui, não vejo melhor forma de explicar certos fatos se não for através da história completa. Bem, vamos então desde o início.

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