terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Metas 2009 e os devidos agradecimentos


SOBRE AS METAS 2009


No início de 2009 estabeleci algumas metas para cumprir no decorrer do ano. Escrevi sobre elas no post Planejamento 2009, mas só hoje notei o quanto tive que adaptá-las por razão dos diversos contratempos que encontrei no caminho. Entretanto, o objetivo por trás das metas continuou o mesmo: desenvolvimento e reconhecimento profissional.

Minha maior meta para este ano era escrever uma monografia que agregasse valor à minha profissão e que fosse interessante para atrair a atenção de profissionais da área de TI, e dessa forma ser reconhecido pelo trabalho. Os resultados visíveis do meu trabalho foram:

  • Escrevi a monografia, apresentei no dia 24 de novembro e consegui a nota máxima;
  • Fiz uma palestra sobre minha monografia para aproximadamente 110 alunos do Curso Técnico em Informática da ETEC João Maria Stevanatto de Itapira/SP.
Segue abaixo uma foto da apresentação em São Paulo, um recorte do Jornal Tribuna de Itapira que noticiou minha apresentação no Congresso e duas fotos da palestra para os alunos do curso Técnico em Informática.


Dia 13 de Novembro no CONIC 2009 em São Paulo


Recorte do Jornal Tribuna de Itapira - dia 29/ 11/ 2009



Palestra para os alunos da ETEC João Maria Stevanatto na ACEI

Diante de tudo isso, posso dizer com absoluta certeza que em 2009 realizei todas as minhas metas e não poderia me esquecer que cada vitória foi também produto dos esforços de várias outras pessoas. Por isso, escrevo também este post para agradecer a todos aqueles que de uma forma ou de outra se esforçaram para que meus sonhos tornassem realidade.



AGRADECIMENTOS

Dizem que uma palavra pode mudar o destino de uma pessoa, mais do que nunca posso garantir a veracidade dessa afirmação. Digo isso por que no início do ano eu estava em dúvida se faria minha monografia sobre um sistema em Java ou sobre a metodologia Extreme Programming. Foi então que resolvi arriscar e por e-mail pedir “conselhos” de profissionais blogueiros.

Para minha surpresa quase todos responderam ao e-mail, mas teve uma pessoa que realmente disse o que eu precisava ouvir. Dentro de um texto elaborado e atencioso diante do meu problema, uma frase se destacou e chamou minha atenção: “Eu acho que você tem que ganhar tempo” - essas foram palavras do Christian Barbosa que me fizeram decidir pelo Extreme Programming. Percebi que deveria maximizar os resultados com o mínimo de esforço e com este tema consegui unir o útil ao agradável, pois conclui minhas obrigações acadêmicas na faculdade e já tenho um trabalho publicado sobre um tema relativamente novo que já meu abriu algumas “portas” e poderá abrir muitas outras.


Sem dúvida que quem mais teve trabalho foi outro amigo e blogueiro que sequer me conhece pessoalmente. Além da generosidade desmedida, o Camilo Lopes é um profissional de TI que se dispôs a me ajudar com a monografia, dando dicas e corrigindo meus textos, mas preciso confessar que da primeira vez que ele fez isso tive um ódio mortal dele.

Quando mandei o pré-projeto da monografia, ele apontou inúmeras falhas em todos os parágrafos e em algum lugar ele comentou algo mais ou menos assim: “Que isso, parecendo frase de índio!”. Naquele momento o sangue subiu na cabeça e fiquei revoltado, mas depois de um tempo a ficha caiu: “mas como SOU IDIOTA! Ele está ajudando de boa vontade e estou bravo por ele dizer a verdade”. Foi então que percebi como estava despreparado. Não tinha metodologia e base cientifica para escrever uma monografia. Consciente disso resolvi que usaria esse episódio a meu favor e prometi a mim mesmo que ele nunca mais teria motivo pra dizer algo parecido sobre meu trabalho. Pesquisei e estudei dias, noites e feriados sobre como fazer uma monografia à altura do Camilo Lopes e acho que consegui, porque depois disso ele ajudou MUITO e corrigiu diversos textos durante todas as fases da monografia, mas nunca mais ele disse qualquer coisa a respeito de “frases de índio”.


Dos meus colegas de turma na faculdade, foram poucos os que escolheram como eu a Professora Claudete Moscardini como orientadora. Por ser exigente e não dar moleza nas aulas, ela não é a queridinha dos alunos que procuram sombra e água fresca. Felizmente descobri a tempo que são essas as características que fazem de um professor um excelente orientador.

No dia da defesa da monografia ela disse que fui um bom orientando, mas hoje percebi o quanto ela esta enganada, porque não fiz mais do que minha obrigação como estudante. Ela é que foi uma ótima orientadora. Sendo uma profissional “antenada” sobre as novas tendências do mercado, foi ela quem sugeriu o tema sobre XP, um assunto que nenhum outro professor sabia do que se tratava. Além disso, é claro, ela sempre respondeu minhas dúvidas por e-mail, foi atenciosa, dedicada, exigente e ajudou a solucionar diversas dificuldades durante o caminho.


Posterior a escolha do tema, outro profissional que mesmo sem saber motivou muito para realizar este trabalho foi o Vinicius Teles, autor de “Extreme Programming: Aprenda como encantar seus usuários desenvolvendo software com agilidade e alta qualidade, o livro foi uma grande fonte pesquisa. Mas antes mesmo de ler o livro, a palestra dele que assisti no site da Improve it foi avassaladora para me motivar a uma dia também palestrar como ele sobre XP. Evidentemente que não tenho o mesmo dinamismo e eloquência dele, mas apresentar o trabalho para aproximadamente 110 alunos do curso técnico já foi um começo.


Embora pense não ter ajudado muito, meu colega e amigo Robinson Chieratto também foi fundamental para a construção desse trabalho. Nossas extensas conversas sobre implantação de sistemas e novas metodologias de desenvolvimento foram muito importantes para amadurecer e desenvolver o assunto na minha cabeça. Além do mais, ele esteve presente durante todas as apresentações do trabalho, me passando confiança, segurança e pontuando meus acertos e falhas.


Infelizmente minha faculdade não ofereceu respaldo aos seus alunos para elaborar e construir uma monografia, por isso precisei procurar por ajuda e quem primeiro me ajudou foi a minha noiva xxxxx. Por ter tido aulas de metodologia de projeto na faculdade de Enfermagem, ela me esclareceu e deu várias dicas a respeito de como escrever uma monografia. Hoje percebo o quanto minha turma perdeu não tendo essas aulas de metodologias de projeto, pois meus colegas cometeram vários erros dos quais minha noiva havia me alertado muito antes de começar a escrever a minha monografia.


A vocês que ajudaram, o meu MUITISSIMO OBRIGADO! Minhas vitórias estão marcadas com o estímulo de seus esforços e amizade, serei eternamente grato por contribuírem na realização dos meus sonhos.

Bom, depois de tudo que passei durante este ano acredito que posso deixar a seguinte mensagem a todos que buscam realizar seus sonhos:


“Um sonho que se sonha só, é só um sonho que se sonha só,
mas sonho que se sonha junto é realidade” (Raul Seixas)

domingo, 15 de novembro de 2009

XP - Boas Práticas (parte 2)

Este é o quinto artigo de uma série de post sobre "XP - Extreme Programming". Se assim desejar, leia os posts anterior a este:


  • Testes de aceitação
Uma das preocupações da XP é a qualidade do código produzido e nada garante tão bem que um código esteja funcionando corretamente do que um teste. Por isso, os programadores XP escrevem testes automatizados antes mesmos de codificar uma funcionalidade. Dessa forma eles aprofundam o conhecimento da funcionalidade em questão, além de poder sempre contar com testes que validem o sistema em qualquer momento do projeto.


  • Código coletivo
Uma equipe XP trabalha com a prática de propriedade coletiva do código, ou seja, cada membro da equipe pode trabalhar em qualquer parte do sistema a qualquer momento. Caso um desenvolvedor encontre alguma coisa que possa ser melhorada, ele não precisa solicitar que outra pessoa o faça por não ser o “dono” daquele código. Essa prática permite que o sistema evolua mantendo o código o mais simples possível, pois sempre que um membro encontra algo confuso, ele tem a liberdade de aplicar o refactoring.


  • Código padronizado
Como todos os desenvolvedores têm acesso a todo o código, é necessário que se estabeleça um padrão de codificação para tornar o sistema homogêneo e permitir que qualquer um compreenda facilmente o código e não tenha dificuldades para manipulá-lo caso seja necessário.


  • Integração continua
Integração continua é a prática de construir o software várias vezes por dia, o que possibilita uma constante sincronia entre os desenvolvedores. Esta prática é aconselhada para evitar surpresas e assegurar que o sistema esteja sempre funcionando de forma harmoniosa a cada nova integração.


  • Reunião diária
Equipes XP sempre começam um dia de trabalho com uma reunião de no máximo 10 minutos, pois é nesse momento que todos da equipe têm oportunidade de comentar rapidamente sobre o que realizou no dia anterior, e assim conhecer o andamento geral do projeto. Ainda nessa reunião, a equipe aproveita para priorizar as atividades que cada membro da equipe realizará ao longo do dia.


  • Ritmo sustentável
Ritmo sustentável consiste em trabalhar respeitando os limites físicos e demonstrando respeito pela individualidade de cada membro da equipe. Dessa forma, para que uma equipe seja criativa e produza software com qualidade, ela precisa estar saudável do ponto de vista físico e mental. Para que isso acontece, a XP recomenda que a carga horária de trabalho não ultrapasse as 8 horas diárias e 40 horas semanais.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

9º Congresso de Iniciação Científica


O CONIC-SEMESP 2009 (Congresso de Iniciação Científica) já é considerado o maior congresso de iniciação científica do Brasil e este ano será realizado com número recorde de participantes nos dias 13 e 14 de novembro. Organizado pelo SEMESP - Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior no Estado de São Paulo - o evento será sediado na FMU - Campus Liberdade situada na Av. Liberdade, 749 - Bairro: Liberdade, São Paulo - SP.

O evento é voltado a estudantes de graduação de instituições públicas e particulares do Brasil, visando identificar talentos e estimular a transformação de idéias em realidade, como fator determinante ao exercício da criatividade.


Depois de estudar muito para minha monografia e postar aqui no blog alguns textos sobre a metodologia Extreme Programming, estarei no CONIC 2009 no dia 13/11 às 15:40 apresentando na sala 15 o meu artigo "A Metodologia XP e um Comparativo na Gestão de Riscos entre o Desenvolvimento Tradicional e o Desenvolvimento Ágil".
Interessados pelo assunto... aguardo vocês!

Mais informações sobre o evento: www.semesp.org.br

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

XP - Boas práticas (parte 1)

Este é o quarto artigo de uma série de post sobre "XP - Extreme Programming". Se assim desejar, leia os posts anterior a este:

As boas práticas da XP são um conjunto de atividades que as equipes de desenvolvimento de XP utilizam enquanto produzem softwares, elas devem ser aplicadas em conjunto, pois os pontos fortes de uma, compensam os pontos fracos de outras.

  • Cliente presente
Para aplicar os principais valores da XP é essencial que o cliente participe ativamente do desenvolvimento. Sua presença viabiliza a simplicidade dos processos, facilita a comunicação com os desenvolvedores e permite um ciclo continuo e rápido de feedback.

  • Releases
Release é um conjunto de funcionalidades que representa uma pequena versão do sistema. Esta versão é colocada em produção para que o cliente possa usufruir do investimento no software ao mesmo tempo em que avalia e retorna um feedback para os desenvolvedores sobre a release.

  • Jogo do Planejamento
No início de cada release o cliente se reúne com a equipe de desenvolvimento e é estimulado a escrever em pequenos cartões as funcionalidades que deseja no sistema. Após escrevê-las, os desenvolvedores estimam o custo de cada funcionalidade e em seguida pedem para o cliente definir o nível de prioridade de cada funcionalidade descrita.

  • Metáfora
As metáforas têm o poder de transmitir idéias complexas de forma simples e clara. Por isso, a XP as utilizam para criar uma visão comum do projeto entre cliente e desenvolvedores.

  • Programação em par
Na programação em par dois desenvolvedores sentam-se em um único computador para codificar uma determinada funcionalidade. O desenvolvedor com menor experiência tem como responsabilidade gerar o código e conduzir a programação a partir do teclado, enquanto o outro desenvolvedor com maior experiência inspeciona o código constantemente a procura de erros e defeitos, além de pensar estrategicamente em soluções mais simples para o código.


  • Refactoring
Refactoring é o processo de reorganizar o código fonte de um software para melhorar sua qualidade interna, facilitar a leitura do código e diminuir o tempo gasto com manutenção, sem, contudo prejudicar o desempenho e alterar seu comportamento externo. Aplicado em sistemas orientados a objetos, a técnica é fundamental para tornar o código mais legível e encontrar facilmente erros em algoritmos mal escritos.

Leia também o próximo dessa série "XP - Extreme Programming"
segunda-feira, 19 de outubro de 2009

XP - Valores da eXtreme Programming

Este é o terceiro artigo de uma série de post sobre "XP - Extreme Programming". Se assim desejar, leia os posts anterior a este:


A Extreme Programming (XP) tem como base quatro valores fundamentais que sustentam as boas práticas de desenvolvimento de software: comunicação, feedback, simplicidade e coragem.


  • COMUNICAÇÃO
Tradicionalmente na indústria do software, as equipes de desenvolvimento gastam um valioso esforço na tentativa de trocar informações por meio de extensos documentos escritos. Devido à ineficiência desse meio, nem sempre é possível reproduzir com exatidão uma informação e dessa forma elas são freqüentemente interpretadas de forma incorreta ou incompleta.

A maioria dos sistemas de computador é produzida por uma equipe de desenvolvedores, sendo assim, cada componente da equipe precisa trocar informações entre si e com o cliente sobre cada detalhe do projeto. Os problemas mais comuns ocorrem por erro de comunicação entre as pessoas, algumas vezes o cliente não conversou sobre algo importante e, outras vezes, o desenvolvedor não soube fazer as perguntas corretas para o cliente.


  • FEEDBECK
Um feedback constante é a base de todos os processos ágeis de desenvolvimento, e é a filosofia fundamental do XP, pois é ele que permite uma maior produtividade, uma vez que os trabalhos da equipe de desenvolvimento são influenciados e direcionados de acordo com a constante resposta do cliente sobre determinada atividade. O feedback não é exclusividade do XP ou das metodologias ágeis, ela também está presente nos processos tradicionais. O diferencial está nos tempos de execução, pois nos processos tradicionais há uma defasagem muito grande no tempo da troca de informação entre cliente e desenvolvedores, isto torna difícil tanto para o cliente como para a equipe a encontrar rapidamente a solução desejada que atenda as necessidades de ambas as partes.


  • SIMPLICIDADE
Simplicidade refere-se a desenvolver apenas o suficiente para atender as necessidades atuais do cliente, desprezando qualquer funcionalidade não essencial. Mesmo que tal funcionalidade esteja ligada com a evolução do produto, ela deve ser descartada até que se tenha absoluta certeza da sua necessidade. Assume-se assim a seguinte estratégia: desenvolver algo simples hoje e fazer modificações futuramente, ao invés de desenvolver algo complexo hoje e correr o risco de não ser utilizado no futuro.

Ao codificar uma funcionalidade pensando em problemas futuros, o desenvolvedor recorre a um erro muito freqüente: o trabalho especulativo. Trabalho este em que o desenvolvedor para “ganhar tempo” assume algumas premissas das quais não tem absoluta certeza e implementa uma funcionalidade que possa ser utilizada no futuro, mas na maioria das vezes ele erra ao assumir essas premissas e dessa forma é preciso refazer todo o trabalho. Teles ainda afirma sobre os riscos de assumir o trabalho especulativo, pois quando o desenvolvedor implementa uma funcionalidade além do necessário, ele investe tempo e dinheiro em algo que pode nunca ser utilizado.


  • CORAGEM
A XP é uma metodologia de software que se baseia em diversas premissas que contrariam os processos tradicionais de desenvolvimento, justamente por isso, é preciso que todos da equipe tenham coragem para adotá-las. É preciso coragem para implantar comunicação entre desenvolvedores e clientes, pois não são todas as pessoas que possuem facilidade de comunicação e conseguem manter um bom relacionamento. É necessário também coragem pra aplicar refactoring em um código que está funcionando corretamente somente para torná-lo mais simples e legível.


Leia também o próximo dessa série "XP - Extreme Programming"

domingo, 20 de setembro de 2009

Vírus que bloqueia abrir C: com o "Abrir com"

Na verdade não é um vírus, é um “worm” muito chato chamado “autorun.inf” que você pode saber mais lendo esse artigo: Ameaças da Internet - Os vírus

Já faz certo tempo que esse worm do tipo “inf” vem infernizando a minha vida no trabalho, toda vez que pedia pra abrir a unidade C: do computador, me deparava com a tela de "Abri com...". Quando quem precisava abrir a unidade C:, era eu, me virava utilizando o Explorer, mas quando era um usuário...aí a coisa complicava. Por que é como dizem... quando muda a cor da grama o burro não pasta.

Justamente por isso, tive que procurar na web uma solução que resolvesse esse probleminha e depois de testar, resolvi postar aqui no Neurônio 2.0 para ajudar os que passam por esse problema e ainda não encontram uma solução.


  • Primeiro passo:
Abra "Meu computador", clique no menu "Ferramentas" e em seguida clique em "Opções de Pasta";

Na nova janela, clique na Guia "Modo de exibição" e desmarque as opções:

  • Ocultar arquivos do sistema operacional (recomendado)
  • Ocultar as extensões de arquivos conhecidos
Certamente quando você desmarcar a primeira opção, uma janela perguntará se você tem certeza em executar essa operação, clique em sim.

Depois selecione a opção:

  • Mostrar pastas e arquivos ocultos;

Após de executar as três operações, clique no botão "Aplicar".

O arquivo autorun.inf está na unidade C: e para conseguir abrir, clique em "Iniciar", "Executar" e digite C: na caixa de texto e tecle ENTER.

Tenha cuidado com os arquivos que você vê na tela, pois muitos deles são importantes para a execução do Windows, caso você os exclua por acidente, seu computador pode não mais funcionar corretamente.

Procure entre os arquivos o "autorun.inf" e apague-o.


  • Segundo passo:
Depois de apagar o “autorun.inf”, clique novamente em "Iniciar", "Executar" e digite: regedit e tecle ENTER.

Esta nova janela também é muito importante para o funcionamento do computador, por isso muita atenção.

Procure pela chave:

HKEY_CURRENT_USER\Software\Microsoft\Windows\Curre ntVersion\Explorer e
apague a pastinha "MountPoints2"


Agora é só reiniciar o computador e verificar se o procedimento deu certo, ok?


* Nota: O autor desse mini-tutorial não se responsabiliza por qualquer dano ou perda de dados causados na execução parcial ou total de qualquer procedimento contido aqui, ficando sob responsabilidade do usuário utilizar ou não esse mini-tutorial.
domingo, 13 de setembro de 2009

XP - Breve histórico da XP

Este é o segundo artigo de uma série de post sobre "XP - Extreme Programming". Se assim desejar, leia o post anterior a este:


Extreme Programming, ou simplesmente XP é a mais conhecida metodologia de desenvolvimento de software que segue os princípios do Manifesto Ágil. Embora seu marco de criação seja o ano de 1996, a junção de princípios e boas práticas de programação são frutos de um processo de evolução de pelo menos uma década em que Kent Beck e Ward Cunningham trabalharam na Tektronixs, Inc. como consultores de problemas em SmallTalk.

Em 1996, Kent Beck foi chamado pela Chrysler para analisar o desempenho de projeto do C3 (Chrysler Comprehensive Compensation System - Sistema de Compensação Abrangente da Chrysler). O sistema era nada menos que o controle da folha de pagamento de aproximadamente 86 mil funcionários e o objetivo do projeto era unificar os quatro sistemas legados diferentes que estavam sendo usados há vinte anos. Uma tarefa um tanto difícil, mas de total importância para a Chrysler que aos poucos viu o projeto se tornar um verdadeiro caos. Havia problema em todos os processos, desde contratos irregulares a profissionais estressados e desconfiados. Foram três dias até Beck analisar todo o projeto para apresentar as seguintes opções para o CIO (Chief Information Officer) da Chrysler:

  1. deixar da forma que estava;
  2. demitir todos os funcionários e cancelar o projeto e;
  3. conceder uma semana de folga e começar o projeto do zero.
A Chrysler optou pela alternativa 3 e contratou Beck para ser responsável pelo projeto.

Depois de entrevistar várias pessoas e orientá-las no que deveriam trabalhar, Beck tinha esquematizado e nomeado as práticas básicas do XP. Os trabalhos começaram em março de 1996 e terminaram em maio de 1997, e mesmo com atraso de 2 meses por causa de mudanças de última hora nas funcionalidades do sistema, o lançamento foi um enorme sucesso (TELES, 2006).

A partir deste projeto na Chrysler liderado por Kent Beck, inúmeras equipes de desenvolvimento ao redor do mundo vêm adotando XP com sucesso, especialmente nos Estados Unidos e Europa. Aqui no Brasil, os valores e práticas veem sendo adotados desde 1998, mas ainda há poucas equipes que conduzem seus projetos utilizando a XP de forma completa (CASTRO, 2007).

Não é correto afirmar que este projeto foi o “berço” do XP, afinal seus princípios e práticas foram sendo evoluídas pelo menos durante uma década. Mas com certeza, essa foi a oportunidade que Beck teve para aplicar de forma coesa todas as práticas do XP e, além disso, foi durante este projeto que as práticas foram batizadas com os nomes atuais.
terça-feira, 8 de setembro de 2009

XP - Desenvolvimento ágil

Como a maioria dos leitores do Neurônio 2.0 sabem, estou no último semestre da graduação de Sistemas de Informação na UniFEOB de São João da Boa Vista e evidentemente que neste último ano passei a maior parte do meu tempo dedicando ao TCC.

Já abordei aqui no blog vários post sobre "Como fazer uma monografia" e pretendo continuar com esta série de post por mais um bom tempo. No entanto, como estou atarefado e como muito material pronto sobre Extreme Programming, resolvi unir o útil ao agradavél e iniciar hoje no blog o primeiro post de uma série sobre o assunto.

Para os profissionais, acadêmicos e interessados na área de TI, segue o primeiro post da nova série do Neurônio 2.0


XP (Extreme Programming) - Desenvolvimento ágil



As metodologias tradicionais de desenvolvimento foram criadas em um cenário muito diferente do atual. No cenário anterior, as limitações tecnológicas e a falta de ferramentas para a criação de softwares, tornavam o custo muito alto para o desenvolvimento e manutenção destes. Portanto, era essencial planejar e documentar todo o software para então implementá-lo (VIANA & DESCHAMPS, 2007).

Segundo Pressman (2006), essa prática de projetar todo o sistema para só então implementar é obsoleta para o cenário atual. É praticamente impossível prever com antecedência todos os detalhes de um sistema, devido às condições mutáveis de mercado e a freqüente evolução das necessidades do usuário final.

Além disso, um dos problemas no desenvolvimento de software é a enorme quantidade de detalhes que precisam ser considerados. Segundo Beck (2000, apud CASTRO, 2007), o cliente tem o conhecimento de apenas alguns aspectos do software que ele deseja e só o passará a ter o restante depois de utilizar o sistema. Portanto, o cliente não especifica todos os detalhes no início do projeto pelo simples fato de ele mesmo não os conhecer. Além disso, mesmo que ele soubesse de todos os detalhes, especificá-los em documento seria muito difícil, devido à grande quantidade de elementos que precisariam ser descritos.

Para suprir essas e outras necessidades da Engenharia de Software, Kent Beck e outros dezesseis notáveis consultores se reuniram em 2001 e criaram um novo conceito de processo de software: o desenvolvimento ágil.

O desenvolvimento ágil é uma nova metodologia criada por profissionais renomados na engenharia de software, que só conseguiram maximizar os resultados pensando e trabalhando de forma muito diferente das descritas nos livros. Embora cada um tivesse suas próprias teorias sobre desenvolvimento de software, todos concordavam que as teorias tinham algo em comum. Foi dessa forma, que eles definiram um pequeno conjunto de princípios e criaram o Manifesto para o Desenvolvimento Ágil de Software, freqüentemente chamado apenas de Manifesto Ágil. (CASTRO, 2007).

Os princípios do Manifesto Ágil são:
  • Indivíduos e interações em vez de processos e ferramentas;
  • Software funcionando em vez de documentação abrangente;
  • Colaboração do cliente em vez de negociação de contratos;
  • Resposta a modificações em vez de seguir um plano.
De acordo com Viana (VIANA & DESCHAMPS, 2007), o Manifesto Ágil não descarta os processos, ferramentas, documentações, negociações e planejamentos, mas procura dar a esses itens um valor secundário diante dos indivíduos e interações, do bom funcionamento do software, da colaboração do cliente e das respostas velozes às modificações.

Pressman (2006) afirma que o desenvolvimento ágil requer a utilização de pequenos e constantes incrementos de software, e para isso, necessita que o feedback do cliente seja o mais rápido possível.

[...] Um catalisador efetivo para o feedback do cliente é um protótipo operacional ou uma porção do sistema operacional. Assim, uma estratégia de desenvolvimento incremental deve ser instituída. [...] Essa abordagem iterativa habilita o cliente a avaliar o incremento de software regularmente, fornecer o feedback necessário à equipe de software e influenciar as adaptações do processo feitas para acomodar o feedback [...] (PRESSMAN, 2006, p. 61).

Com efeito, é possível notar nas afirmações de Pressman que a metodologia ágil mescla alguns processos das metodologias de Incremento e Prototipagem oriundos dos modelos tradicionais.

Segundo Fowler (2007, apud BORBOREMA, 2007), as duas principais diferenças entre as metodologias ágeis e as tradicionais são:

  1. Adaptativas, ao invés de previsivas – as metodologias tradicionais são resistentes a mudanças devido à excedente documentação feita com antecedência. Em contrapartida, as metodologias ágeis conseguem ser mais flexíveis, pois ajustam seus requisitos durante o desenvolvimento do software.
  2. Orientadas às pessoas, não aos processos – as metodologia ágeis não possuem processos rígidos que impõem o que as equipes devem ou não fazer. Muito pelo contrário, a equipe é estimulada a se envolver diretamente com o cliente e toma as decisões necessárias para melhor ajustar a equipe.
Leia também o próximo dessa série "XP - Extreme Programming"
sábado, 29 de agosto de 2009

Dicas Blogger – Uma odisséia blogueira

Podem me chamar de maluco, mas a história que escrevo a seguir não é ficção. É apenas uma forma lúdica e nerd de interpretar alguns acontecimentos da Blogosfera.

Para minha surpresa, encontrei várias semelhanças do personagem Odisseu da mitologia grega com a história de uma blogueira muito querida na Blogosfera: a Juliana Sardinha. Por isso, achei que seria interessante reescrever a história dela de uma forma diferente, poderia dizer até que um tanto bizarra. O início da história se dá quando a Juliana Sardinha se aventura a mergulhar em um mundo pouco conhecido, onde tem vivido uma verdadeira epopéia nesses últimos dois anos.

Assim como Odisseu de “A Odisséia”, a Juliana Sardinha também tinha uma vida normal, tranqüila, sem muitos sobressaltos e definitivamente dedicada à sua família e profissão. Acontece que todo herói, mais cedo ou mais tarde é chamado a cumprir seu destino, e não foi diferente com a Juliana a partir do momento em que ela descobriu um novo mundo Blogosfera.

Este novo mundo ainda era pouco habitado, quase que inóspito por causa das dificuldades enfrentadas por quem acabava de chegar. No entanto, alguma coisa nesse mundo era fascinante e envolvente, algo misterioso parecia enfeitiçar os viajantes de um modo muito peculiar e conseqüentemente a Juliana se rendeu a esse encanto e construiu logo em seguida o seu querido navio batizado de Dicas Blogger.

A Juliana optou por utilizar uma embarcação do tipo Blogspot e no início os desafios pareciam impossíveis de serem vencidos, mas ela lutava bravamente para vencer o mal tempo e os monstros marinhos (widgets, css, sitemaps, etc ) que surgiam em seu caminho.

Navegar pela Blogosfera é uma jornada exaustiva que somente os fortes sobrevivem por mais de seis meses e mesmo sabendo que navegaria por lugares perigosos, a Juliana estava determinada a seguir o curso de sua viagem. Coragem e determinação eram seus pontos fortes, e ela não estava disposta a desistir mesmo com tantas pessoas subjugando a capacidade da sua embarcação.

O tempo foi passando e coincidência ou não, outras pessoas que lutavam por uma Blogosfera mais solidária e fraterna cruzaram o caminho da Juliana. A partir de então, ela não estava mais sozinha nessa batalha e poderia contar com amizade de Hariane, Kompulsivo e Waurea. Isso sem contar a legião de pescadores que ela encontrou no caminho e pacientemente os ajudou a melhorar suas técnicas de pesca.

Como nem tudo poderia ser um mar de rosas, forças malignas espreitavam a nossa heroína e eis que surge o primeiro grande inimigo, um ditador implacável e egocêntrico chamado Telephonico. Senhor supremo das conexões marítima de uma região, ele desferiu um golpe cruel e covarde que feriu, prejudicou e aleijou temporariamente a Juliana. Mesmo assim, ela se manteve firme e seguiu sua jornada com passos mais vagarosos.


A tempestade de Telephonico abrandou e depois disso, a Juliana tornou-se ainda mais forte e acredito que depois desse episódio ela conseguiu ainda mais companheiros de jornada, inclusive o semi-deus Kardoso, que tem o incrível poder atrair seres mágicos capazes de realizar fotossíntese diante de um computador.

Durante a jornada a Juliana enfrentou muitos desafios e mais terríveis de todos são os habitantes de uma Ilha chamada Plágius. Esses habitantes são como o ciclope Polifemo que Odisseu enfrentou, mas esses que a Juliana enfrentou e ainda tem enfrentado são também arrogantes, dissimulados e não respeitam nenhuma regra de convivência marítima da Blogosfera. Infelizmente eles estão se espalhando em um ritmo exponencial e cabe a todos nós ajudarmos a Juliana a lutar contra a infestação ameaçadora dos habitantes da ilha de Plágius.

Em “A Odisséia”, Odisseu levou dez anos para terminar sua jornada e depois voltou pra casa onde viveu os restos de seus dias ao lado de sua família. Desejo muito que a Juliana não desanime e realize grandes conquistas, mas uma coisa é certa: o Dicas Blogger só está no início e independente do tempo de sua jornada, ele certamente também terá um final feliz.

Nota do autor:
1-) Este post foi minha forma de homenagear o Dicas Blogger pelo seus 2 anos de "vida";

2-) Mesmo baseados em fatos reais, nomes e acontecimentos foram alterados para não expor pessoas e adaptar no contexto da história.


segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Como escolher o tema da sua monografia

Não é raro ficarmos indecisos e mudarmos o tema da monografia, aconteceu comigo e acontece com a maioria dos universitários. Entretanto, se tivesse tido algumas orientações na época certa, talvez não tivesse “pulado de galho em galho” como fiz nos primeiros meses do último ano da faculdade.

Acho que a primeira dica pra quem deseja fazer uma boa monografia é começar a pensar no tema com no mínimo dois anos de antecedência. Pois a monografia será um trabalho extenso que consumirá muitas e muitas horas do seu tempo, por isso, não se deve deixar pra última hora e escolher qualquer tema. Além do mais, a monografia te acompanhará durante um bom tempo na sua vida profissional. Escolher um bom tema pode abrir muitas portas na carreira, da mesma forma que um tema ruim pode fechar muitas delas.


Está com dificuldades para fazer o seu TCC?

Clique aqui e descubra como obter ajuda.



Certamente que o tema não vai cair no seu colo enquanto você assiste “Pânico na TV” (!) e raramente alguém vai dar uma sugestão que te agrade. É preciso então escolher um tema que seja do seu interesse e pesquisar, pesquisar e pesquisar sobre ele. Na medida em que você passa a conhecer sobre o tema, você saberá se é viável fazê-lo ou procurar por outro.


A primeira regra sobre a escolha do tema é: "Mudar de tema não é ruim, o ruim é não poder mudar porque não há mais tempo". Por isso a importância de começar a pensar e pesquisar muito antes.

Segue abaixo alguns fatores muitos importantes que devem ser observado na hora de escolher o tema da sua monografia:
sábado, 15 de agosto de 2009

Escolhendo o orientador da sua monografia

Depois de um tema, talvez o orientador seja a escolha mais importante a se fazer. Entre as muitas funções que ele desempenha, posso listar as seguintes: sugerir temas, discutir o assunto, apresentar bibliografias, apontar os caminhos, supervisionar o trabalho, acompanhar atividades, alertar sobre erros, corrigir as falhas, incentivar melhorias, permanecer atento a prazos, responsabilizar-se por trâmites administrativos e muitas outras coisas que só um bom professor orientador saberá listar.




Justamente por ser trabalhoso orientar uma monografia, muitas instituições de ensino superior pagam aos professores um “bônus” para participar de bancas de avaliação e por cada aluno que ele orienta. Nada mais justo, pois ele tem como obrigação reservar um horário semanal para auxiliar o orientando. Mas, mesmo que o professor não receba esse “bônus”, ainda assim, é uma obrigação do professor auxiliar satisfatoriamente o aluno que ele mesmo aceitou orientar.

Escolher um bom orientador é fundamental para elaborar uma boa monografia, pois por mais que aluno se esforce, na maioria das vezes, ele não tem a experiência necessária para fazer sozinho. Por isso, deve se ter muita cautela nessa decisão. Abaixo segue uma lista dos principais pontos que em minha opinião devem ser levados em conta na hora de escolher um orientador.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Como formatar e instalar Windows XP

Atualmente o computador já se tornou parte do dia-a-dia das pessoas, inclusive das pessoas de baixa renda. Embora os juros (em minha opinião) sejam uma exploração, não dá pra negar que lojas como Magazine Luisa estão ajudando milhares de pessoas a adquirem seu computador.

No entanto, a maioria das pessoas vai até uma loja e compra sem mesmo saber o que está levando pra casa. Só quando o computador já está na sala, é que ela se da conta que o computador veio com Windows Vista ou uma versão Linux, o que dá na mesma, porque a maioria das pessoas não gosta ou não sabe usar nenhum dos dois.

Certo de que milhares de pessoas se deparam constantemente com este problema, resolvi escrever um tutorial sobre como formatar um computador e instalar o Windows XP. Evidentemente que este tutorial não é pra qualquer um, o usuário deve ter um mínimo de conhecimento, mas acredito que a maioria das pessoas que chegou até aqui e encontrou este tutorial, tem conhecimento suficiente pra isso. Mesmo assim, reforço aqui que não me responsabilizo por qualquer dano causado ao computador, fica a cargo do usuário assumir toda a responsabilidade por realizar quaisquer procedimentos desse tutorial.



  • Preparação
Antes de começar, alguns detalhes devem ser levados em consideração:

1 – A formatação apagará todos os arquivos do seu computador, por isso, é necessário que se faça um backup (cópia de segurança) de todos os arquivos importantes, como fotos, documentos, vídeos, mp3, etc.

2 – Para formatar e instalar o Windows XP é necessário um CD de instalação do mesmo com sua respectível serial-key.

3 – Além do CD do Windows são necessários os Drivers de todos os itens de hardware do seu computador, como placa-mãe, placa de vídeo, modem, impressora, webcam, etc. Caso você não tenha em mãos esses drivers, é possível baixar do site do fabricante do hardware, desde que você saiba exatamente qual o modelo. Esses drivers são importantes para o funcionamento correto do computador, sem eles alguns dispositivos não funcionarão corretamente, como por exemplo, o áudio.

Caso você esteja consciente de todos esses detalhes, então podemos dar início à formatação e instalação do Windows XP em seu computador.



  • Configurando boot na BIOS
Para a instalação do Windows é necessário que o computador leia o CD-ROM antes do HD. Então, é necessário configurar boot (inicialização) na BIOS da sua placa-mãe. Para isso, reinicie o computador e fique apertando a tecla DEL (delete) seguidamente até que apareça a tela inicial da BIOS (Normalmente uma tela azul com as letras brancas).

Com este procedimento você terá acesso a várias configurações da sua placa-mãe. Evidentemente que o layout da BIOS varia muito dependendo do modelo da sua placa-mãe, mas no geral, todas possuem uma tela semelhante a essa como mostra a Figura 1:




FIGURA 1
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Com as setas do teclado é possível navegar entre as opções. Selecione a opção ADVANCED SETUP e pressione ENTER, a próxima tela exibirá algo semelhante à da Figura 2:

* Outros modelos de placa-mãe a opção é descrita com SEQUENCIA DE BOOT


FIGURA 2
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Em 1ST BOOT DEVICE você deverá selecionar a opção CD-ROM e em 2ST BOOT DEVICE deverá ser IDE 1 (seu HD). Dessa forma, você diz a sua placa-mãe para inicializar primeiro através do CD-ROM e depois através do HD.

* Outros modelos de placa-mãe as opções podem ser First Boot ou Primary Boot.

Depois de alterado qualquer configuração na BIOS é preciso salvar as alterações. Para isso pressione F10 e digite Y (Yes) para confirmar.



  • Formatando o HD
Antes que o computador reinicie novamente, coloque o CD de instalação do Windows no leitor óptico e quando surgir a seguinte mensagem “Pressione qualquer tecla para iniciar o CD...”, pressione ENTER ou outra tecla para que seja iniciado o programa de instalação do Windows XP.

Logo em seguida aparecerá uma tela azul de instalação do Windows semelhante à da Figura 3:


FIGURA 3
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Aguarde carregar os arquivos de instalação e NÃO pressione nenhuma tecla, aqui é somente para configurações avançadas. Normalmente este processo não demora mais que dois minutos. Após carregar os arquivos de instalação, surgirá a tela de Boas-vindas como mostra a Figura 4:


FIGURA 4
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Para instalar o Windows XP, pressione ENTER. Em seguida pressione F8 para aceitar o Contrato de Licença do Windows. O contrato está aí para ler, mas acredito que como 99,9% das pessoas você não irá ler, rsrs.

A instalação irá procurar por versões anteriores do Windows. Quando terminar, vai aparecer uma lista semelhante a da Figura 5.


FIGURA 5
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Selecione através das setinhas do teclado a antiga instalação do Windows (normalmente em C:) e pressione a tecla “D” para apagar a partição existente. É recomendável excluir a participação para que o sistema faça uma verificação completa do HD para encontrar possíveis problemas físicos no disco. Aperte ENTER para confirmar que pretende excluir a partição existente, e depois a tecla “L” para confirmar que a partição será excluída. Isso ocorre porque, a partir deste ponto, todos os dados serão apagados.

Em seguida você tem a opção e criar várias partições diferentes, mas isso é assunto pra ser discutido em um próximo post. Então, pressione ENTER para dar continuidade a instalação do Windows.

Na tela seguinte você pode escolher quatro formas diferentes de formatação. Aconselho utilizar a terceira opção: “Formatar a partição utilizando sistema de arquivos NTFS”, por ser a forma de armazenamento de arquivos mais recente, segura e confiável que a FAT32.


FIGURA 6
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Logo em seguida, aparecerá uma tela semelhante à da Figura 7.


FIGURA 7
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Neste momento, seu HD estará sendo formatado e certamente irá demorar um bom tempo que pode variar muito dependendo da velocidade do seu processador e do tamanho do seu HD. De qualquer maneira, fique tranqüilo que demorará muito tempo até aparecer a tela abaixo:


FIGURA 8
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  • Instalando o Windows XP
A partir deste momento o mouse já está disponível e a instalação requer apenas algumas configurações como idiomas, fuso-horário, data, etc. A primeira janela corresponde a “Opções regionais e idiomas”, você pode clicar no botão “personalizar” e configurar de acordo com sua região, ou pode simplesmente clicar em AVANÇAR.

A próxima janela pedirá dois nomes que você pode configurar a gosto ou usar nomes padrões como mostra a Figura 9.


FIGURA 9
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Em seguida, a próxima janela pedirá para você digitar a chave de 25 dígitos do seu Windows, como mostra a Figura 10.


FIGURA 10
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A chave de 25 dígitos ou serial-key como muitos a chamam, normalmente está na capinha ou em algum arquivo de texto dentro do CD. Então, não se esqueça de anotar em algum lugar antes de iniciar a instalação.

A próxima janela permitirá que você defina um nome para o computador e uma senha de administrador, mas aconselho clicar em AVANÇAR e deixar como está. Em seguida será a janela de configuração de data/hora. Você pode configurar agora ou deixar pra configurar mais tarde quando o Windows estiver pronto.

As duas próximas janelas: “Configurações de rede” e “Domínio do computador ou grupo de trabalho” são configurações avançadas para configurar uma rede. Basta apenas clicar em AVANÇAR para ignorar estas configurações. Após estas configurações a instalação continuará normalmente como mostra a Figura 11.


FIGURA 11
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A partir de agora, o Windows começa a finalizar a instalação e isso pode demorar vários minutos dependendo da velocidade do seu computador. Apenas observe e aguarde o fim da instalação, e mesmo quando reiniciar o computador e aparecer a mensagem de “Pressione qualquer tecla para iniciar do CD...” no boot. NÃO pressione nenhuma tecla para não interromper a instalação, e espere até aparecer outra tela de boas-vindas como mostra a Figura 12.



FIGURA 12
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Nesta tela, clique em AVANÇAR. Na próxima “Ajude a proteger o seu PC”, selecione a opção “Não agora” e clique em AVANÇAR.

Em seguida o Windows tentará se conectar à internet, clique em IGNORAR.

Na tela seguinte, será perguntado se você deseja ATIVAR o Windows. Selecione “NÃO, lembrar periodicamente” e clique em AVANÇAR.

Por fim, a próxima tela pedirá os nomes das pessoas que irão usar o computador, basta apenas que você coloque o seu e pronto. Clique em AVANÇAR e em seguida CONCLUIR na próxima tela.


FIGURA 13
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Nesse momento sua instalação do Windows terminou, agora é preciso instalar os drivers da placa-mãe, impressora, etc. Os programas que você utiliza como Word, Excel, Nero, etc. E se necessário, ativar o seu Windows pela internet.


* Nota: O autor não se responsabiliza por qualquer dano ou perda de dados causados na execução parcial ou total de qualquer procedimento contido aqui, ficando sob responsabilidade de o usuário utilizar ou não esse tutorial.



terça-feira, 16 de junho de 2009

Minhas experiências com a monografia

Quando você digita "monografia" no oráculo do Google, o que mais aparece são empresas querendo vender monografias prontas. Longe de mim querer julgar quem faz esse tipo de coisa, mas eu particularmente nunca faria isso. Por isso mesmo que há meses atrás comecei a trabalhar em minha monografia, e procurando auxilio na internet, não encontrei nenhum material que fosse completo e de qualidade ao mesmo tempo. Não que meu orientador não esteja ajudando, mas infelizmente ele não pode tirar todas as minhas dúvidas a todo instante.

Justamente por ter tido essa dificuldade em encontrar material de auxilio na internet é que começou a brotar da minha cabeça a idéia de escrever sobre tal assunto, mas acabei desistindo da ideia porque o assunto não tinha nada haver com o nicho de mercado do Neurônio 2.0



Pensei mais uns dias e tomei uma importante decisão que relatei no post "Dias de chuva no Neurônio 2.0". Resolvi deixar de lado o que a maioria dos bons blogueiros dizem (focar em um só tema) e decidi fazer o que realmente estou a fim de fazer. Blogar não é meu “ganha pão”. É um hobby! E se não puder escolher o que fazer no meu hobby é melhor nem o ter.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Dias de chuva no Neurônio 2.0

Já li e reli pelo menos uma centena de vezes sobre a importância de dar ao blog um nicho específico de mercado. Porém, por mais que tente fazer isso com o Neurônio 2.0, cada vez mais parece ser uma tarefa impossível.

Pensei em resolver esse problema criando blogs diferentes para os vários assuntos que gosto de escrever, mas cheguei à conclusão de que seria loucura da minha parte administrar dois ou três blogs. Infelizmente, é uma solução inviável devido ao pouco tempo disponível que tenho pra blogar.

Como resolver então esse problema de foco? Qual caminho seguir com o Neurônio 2.0? Devo seguir um caminho estritamente profissional com o Guia do PC, ou seguir os passos da Miriam Bottan e escrever somente posts de cunho pessoal? As duas opções têm o seu prazer e sua dificuldade, o que fazer então? Oh! Dúvida cruel...

Toda essa reflexão tem uma razão. É que nas últimas semanas fiquei sem postar uma linha sequer, coisa que desde quando criei o blog nunca deixei acontecer. Fiquei sem postar devido aos vários trabalhos da faculdade e a minha monografia, por essa razão os últimos três posts ficaram apenas na minha cabeça e até hoje nunca foram escritos.

Contudo, pensei e refleti sobre muitas coisas que dizem respeito ao blog. Primeiro: Que tipo de blog é o Neurônio 2.0? Quem são os 25% de usuários que retornam ao blog? E por que retornam? Sobre quais assuntos devo escrever e agradar o maior número de leitores?

Tentando achar respostas a essas perguntas, tentei na medida do possível, analisar com outros olhos qual era a atual situação do Neurônio 2.0, e sabem qual a conclusão que cheguei? A única coisa que todos os posts têm em comum, é que são experiências (profissional, pessoal e até emocional) vividas por mim.

Para se ter uma idéia da diversidade de assuntos, eu já falei sobre: uma planta que cresceu no muro da minha casa, de como corrigir um problema no NetBeans e até uma homenagem que fiz a uns amigos de infância.


Como disse, toda essa salada do Neurônio 2.0 só tem uma coisa em comum: MINHAS EXPERIÊNCIAS. Sei que as literaturas de blogagem não aconselham esse tipo de coisa (falar sobre vários assuntos), mas este blog não nasceu com tema específico e talvez nunca chegue a ter.

É por isso que decidi, de hoje em diante deixar de lado a premissa de nicho de mercado e postar aquilo que estiver ao meu alcance, por que senão vou ficar cada vez mais sem postar e mais cedo ou mais tarde posso acabar perdendo tudo que construí até durante esse um ano e dois meses.Bom, dessa forma os próximos posts serão sobre aquilo que estou vivenciando no momento, e nada está tão presente em minha vida como a "temível" monografia. Estou pensando em escrever uma seqüência de posts sobre minhas experiências nessa área, abordando desde assuntos como a escolha do tema até algumas dicas para a defesa da monografia.

É claro que no momento é só uma idéia, mas como não encontrei nada semelhante na internet, acho que será no mínimo interessante escrever, já que dessa forma posso ajudar vários universitários que assim como eu, não sabem por onde começar a fazer seu TCC (Trabalho de Conclusão de Curso), a “temível” monografia.
terça-feira, 21 de abril de 2009

Taxa de atualização dos monitores de CRT

Embora quase não se veja mais esse tipo de monitor a venda nas lojas, os monitores de CRT (aqueles que parecem uma máquina de lavar) ainda estão presentes em muitas residências e locais de trabalho. E uma questão pouco discutida sobre eles é taxa de atualização que se não for configurada corretamente pode causar danos à saúde de pessoas que utilizam por muito tempo esse tipo de monitor.

Os monitores de CRT (Catodic Ray Tube) utilizam raios catódicos provenientes de um canhão de elétrons, e eles são responsáveis por “acender” as células de fósforo contidas em um tudo de imagem que trocando em miúdos é ligar a tela do monitor.

O tudo de imagem possui milhões de células de fósforo que precisam ser "acesas" frequentemente e o número de vezes por segundo que o canhão é capaz de bombardear a tela é chamada de taxa de atualização. Quanto maior for essa taxa de atualização menor é a vida útil do monitor, porém se ela não for suficiente para manter uma imagem sólida na tela, ela pode causar danos aos olhos do usuário.

Usando uma baixa taxa de atualização, o tempo que o canhão de elétrons demora em "acender' novamente as células de fósforo é muito longo, fazendo com que elas percam parte do seu brilho e sendo reacendidas bruscamente na próxima passagem do feixe de elétrons. Isto faz com que as células pisquem, tornando a imagem instável. Esta instabilidade, além de desconfortável, faz muito mal aos olhos.

Uma taxa de atualização de 75 Hz (75 vezes por segundo) é considerada o mínimo para manter a saúde dos seus olhos, mas o ideal é utilizar 85 Hz ou mais.


CONFIGURANDO A TAXA DE ATUALIZAÇÃO

Para quem utiliza monitores de CRT e não sabem como configurar corretamente a freqüência de atualização do monitor aí vai a dica.
  • Clique com o botão direito na "Área de Trabalho" e em seguida em "Propriedades";

  • Na guia "Configurações" procure pelo botão "Avançado" e nessa nova janela clique na guia "Monitor" e você verá uma tela semelhante à da imagem abaixo;
  • Observe quais as configurações que seu monitor suporta e selecione 85 Hz ou mais e clique em "Aplicar".



 
Pra quem usa pouco o computador pode não notar diferença nenhuma, mas com esse procedimento você estará cuidando da saúde dos seus olhos e com certeza eles agradecem.
sábado, 11 de abril de 2009

20 anos de Coral Colibri

Peço licença a meus leitores para falar hoje sobre um projeto pessoal. Há uns 10 anos eu fazia parte de um coral infantil chamado Colibri e hoje ele completaria 20 anos de existência.

Bom, o Coral acabou, mas isso não quer dizer que ele não exista mais. Eu acredito que em cada um dos 373 integrantes que fizeram parte dele, há o mesmo sentimento nostálgico daquela época, até mesmo naqueles integrantes que guardaram alguma mágoa ou rancor.

A princípio, pensei em colocar legendas nas fotos, mas durante a edição cheguei à conclusão de que as fotos por si mesmas já contam tudo. Todas as fotos são do meu arquivo pessoal e fiz o possível para não expor a imagem de nenhum integrante, mas caso alguém se sinta prejudicado basta me mandar um e-mail pelo formulário de contato que edito o vídeo novamente e em último caso tiro-o do youtube.




Para mim, fazer parte dessa grande família foi mais do simplesmente cantar nas missas e festas (embora adorasse fazer isso), pois foi através do Colibri que conheci pessoas inteligentes, generosas, amigas, indiferentes, teimosas, amargas, etc. E assim aprendi a compreender e me apaixonar pelos diferentes "defeitos" e qualidades do ser humano.

Tenho absoluta certeza que algumas pessoas vão dizer que tudo isso que fiz e digo é bobeira da minha parte, mas independente de ser ou não, essa foi a forma de homenagear e matar um pouquinho da saudade de todas aquelas pessoas especiais que ficarão para sempre em meu coração.
sábado, 28 de março de 2009

Um ano de Neurônio 2.0

O Neurônio 2.0 está em clima de festa :-), pois no próximo dia 31 de março o blog completa um ano de existência e para marcar esta data pensei em fazer algo diferente... um vídeo com imagens que contam um pouco da trajetória do blog.

É claro que ficou bem simples, mesmo por que é a primeira vez que trabalho com esse tipo de mídia. Entretanto, acho que atingi satisfatoriamente meus objetivos.

No vídeo, conto um pouquinho de tudo o que aconteceu nesse um ano de blogagem e apresentei meus "heróis" que são minha eterna fonte de inspiração para blogar.



Um ciclo se fecha e esse vídeo é uma pequena parcela do que é o Neurônio 2.0 para mim, posso dizer que é o resultado visível de muito estudo e dedicação durante todo esse ano. Espero nunca desanimar e continuar cada vez mais interagindo e aprendendo na Blogosfera.

Por fim, mais uma vez agradeço a todos que de uma forma outro me ajudaram a chegar até aqui... "meus heróis", amigos, leitores e a todos da Blogosfera.
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Erro NetBeans - Ant mal-configurado

Recentemente quando fui instalar a versão 6.1 do NetBeans no meu laptop, deparei-me com o seguinte erro: "O Ant está mail-configurado e não pode ser executado".


Figura 1


Fuçando pelos fóruns de Java encontrei a solução para meu problema, porém uma coisa continuou me incomodando. Para que serve esse tal de "Ant" que tive o trabalho de configurar?


Para matar minha curiosidade fui atrás de resposta e cheguei na conclusão que dariam um ótimo post sobre o que é e como resolver esse probleminha.


O QUE É E PRA QUE SERVE O "ANT"

O ANT é um script que realiza uma série de tarefas desde compilação até a geração dos arquivos jars, ele assemelha-se aos arquivos .bat do windows ou ainda os .sh no linux.

Resumindo... O NetBeans possui essa tecnologia Ant para evitar que você tenha que fazer todo o trabalho de compilar e criar .jars manualmente... ou seja, VIDA LONGA ao NetBeans!!!

Então pra quem está com esse tipo de problema no NetBeans segue abaixo o path do Ant que deve ser configrado em "/Ferramentas/Opções/Miscelanea".





Figura 2


Em Home do Ant insira:
"C:\Arquivos de Programas\NetBeans 6.1\java2\update\backup\netbeans\ant".

 
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