segunda-feira, 4 de junho de 2018

Intercâmbio Nova Zelândia – Hostel, escola e primeiras impressões

O depoimento de viagem a seguir tem como objetivo compartilhar as fotos do meu intercâmbio realizado em 2018 na Nova Zelândia. 

Em um lugar há muito tempo esquecido eu vivia uma vida simples, pacata e normal; tentando de alguma forma mudar o mundo à minha volta. No entanto, um belo dia, o destino enviou-me um sinistro "mago" que bateu à minha porta e, de uma forma nenhum pouco sutil, obrigou-me a enfrentar uma jornada (interior) repleta desafios que mudará completamente a minha essência. Para melhor ou pior? Eu ainda não sei...

Uma semana se passou desde que cheguei em Auckland e tenho a sensação de que já vivi uma vida inteira aqui. Novas experiências, paisagens extraordinárias e culturas diferentes fazem parte do pacote de aprendizado. Além disso, conheci pessoas incríveis que já retornaram para suas casas, deixando boas lembranças e saudades. 


No artigo de hoje, além das fotos, resolvi fazer um pequeno balanço de como foram os primeiros dias por aqui. Let’s go! 
A primeira surpresa foi encontrar tantos brasileiros por aqui. Eu sabia que havia, é claro, mas não achei que toparia com eles assim por acaso com tanta frequência.

Ouvi várias pessoas dizendo na internet que é melhor fugir de brasileiros para você realmente aprender inglês. Ok, pode até ser verdade no aspecto de aprender inglês mais rápido, mas agradeço a Deus por ter encontrado esses brasileiros que ajudaram (e ainda ajudam) na minha adaptação por aqui. Se não fosse por eles (Victor, Thiago, Élvia e Bia), tudo teria sido mais difícil e eu não teria me divertido tanto em tão pouco tempo aqui.


Primeiro dia no Provedor


Festa Junina em Auckland - Nem de longe aquilo foi um festa junina, mas tentamos


No restaurante brasileiro com minha amiga e parceira (Bia) desde os primeiros minutos por aqui




Estudei bastante no Brasil para não chegar aqui e ter que começar do básico. Mas no primeiro dia não entendia nada do que o povo falava; principalmente os japoneses e “genéricos” (se eles ouvirem isso eles me batem 😝). Já estava entrando em pânico: “Onde diabos eu estava com a cabeça quando tive essa ideia maluca de vir pra cá!”, eu pensava. Mas, felizmente, havia aqui o Victor para tranquilizar-me dizendo que era normal esse choque na primeira semana.



E realmente ele estava certo, depois de uma semana apanhando que nem cachorro vira-lata, comecei a compreender melhor o que as pessoas falavam. Minha maior dificuldade no momento é conseguir conversar sobre coisas mais elaboradas, pois entre ouvir e pensar em uma resposta é muito difícil pra mim ainda. 

Erros gramaticais no meu caso é mais frequente do que falar certo. Por sorte, além dos professores na escola tenho amigos que me corrigem educadamente quando falo alguma besteira. A Manu (Uruguai) e NiKhil (India) já me ensinaram diversas coisinhas do inglês que jamais esquecerei.

Nunca imaginei isso, mas os números têm sido uma área escorregadia pra mim. Já falei “thousand” quando era “hundred” e “eightteen” quando era “eigth”, por sorte o José (Chile) e MewMeww (Thailand) apenas riram numa boa da minha confusão mental. 

No apartamento que estou hospedado há 18 pessoas, e no meu caso divido um quarto com 4 rapazes. Segue algumas fotos do apartamento. 





A minha escola de inglês, WorldWide, me surpreendeu muito em vários aspectos. Segue algumas fotos.









4 comentários :

Unknown disse...

Estou começando a pensar que em breve vamos ter um novo livro, com um conteúdo bem diferente

Ivan Torres disse...

Awesome! I'm reeeeally happy for you! Have fun my friend!

Chieratto disse...

Good news!! Way to go!

Elh disse...

Ahhhh que saudades. Feliz por ter marcado positivamente o seu começo nesse país maravilhoso. Também escorreguei muito com os números, esquisito isso haha
Aproveite muito!!! ����

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