sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Meu Facebookcídio e a resenha "Conecte-se ao que importa"

Desativei a minha conta no Facebook. “Por quê?!” – algumas pessoas perguntam incrédulas como se eu tivesse acabado de dizer que sou um E.T. – “Porque descobri que gasto muito tempo com coisas inúteis”, respondo assertivamente e mesmo assim muitos continuam olhando sem entender.

Na verdade, resolvi ficar longe dessa rede social (Facebookcídio, como dizem) por várias razões, e a principal delas é que neste período de férias eu queria realmente fazer o possível para não pensar em trabalho, seja o de professor ou de blogueiro.

Já havia desativado a minha conta uma vez por oito meses e foram os meses mais produtivos da minha vida. Entretanto, no auge da Era Zuckerberg, assisti um webnário do Edney Souza e ele disse na época que 80% dos brasileiros estavam no Facebook. E não havia como negar que esta rede era uma importante fonte de divulgação de conteúdo.

Fiz então alguns cursos de Facebook para Blogueiros e criei estratégias para tirar vantagens dos pontos positivos e não me perder neste “condicionamento de conteúdo amenidades”. Mas com o passar do tempo os resultados foram diminuindo e cheguei na conclusão de que não valeria o esforço ficar reaprendendo constantemente a usar uma plataforma que um dia pode deixar de existir e eu “perder” esse tempo investido.

Além disso, o grau de imbecilidade, narcisismo e futilidade nas postagens dos “meus amigos” chegou em um patamar insuportável, e cometi de vez um Facebookcídio em janeiro desse ano motivado pela leitura do livro “Conecte-se ao que importa”, o qual escrevi uma resenha no meu blog Hiperbytes.

Clique aqui para ler a resenha e me diga o que você achou.


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Por conta do meu atual emprego de professor, fui obrigado a criar outra conta para publicar as notícias na FanPage da minha escola, mas não vejo a hora de ficar livre de vez.

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