Eletrikus Brasiliensis e os Maias – Neurônio 2.0
terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Eletrikus Brasiliensis e os Maias

Observação: A primeira versão dessa série de artigos era como o nome Katipsoi Zunontee. O nome foi alterado para Eletrikus Brasiliensis para que eu pudesse participar novamente do desafio com a mesma estrutura e estratégia.

Alguns estudiosos dizem por aí que Eletrikus Brasiliensis era um descendente de uma linhagem nobre dos Maias e um grande descrente da teoria do fim do mundo. Na verdade tudo isso não passou de uma grande confusão começou quando alguns guerreiros Maias viram Eletrikus Brasiliensis utilizar seus super poderes para evitar que um grande meteoro se chocasse contra o planeta Terra.

Depois desse episódio, os Maias começaram a cultuar Eletrikus Brasiliensis como um deus e por algum tempo Eletrikus precisou conviver com os Maias para tentar tirar da ideia deles que ele não um deus e sim, um guardião do universo que naquele momento precisou salvar o planeta Terra.

Eletrikus Brasiliensis e os Maias

SOBRE A CIVILIZAÇÃO MAIA

A civilização Maia povoou um vasto território que ia da Guatemala até a porção sul do México com a presença de vários centros urbanos independentes. Entre as principais cidades integradas a esse sistema podemos destacar, Palenque, Tikal, Piedras Negras, Yaxchilán, Uxmal, Copán, e Labná.

Mapa da civilização Maia
Principais cidade da civilização Maia
Os maias tiveram uma ampla gama de conhecimentos desenvolvidos no interior de sua cultura. De acordo com algumas pesquisas, eles utilizavam um sistema de contagem numérico baseado em unidades vigesimais e utilizavam do número “zero” na execução de operações matemáticas. Além disso, criaram um calendário bastante próximo ao sistema anual empregado pelos calendários modernos. Fonte: http://www.historiadomundo.com.br/maia/

A INFLUENCIA DE KATIPSOI ZUNONTEE NOS MAIAS
Com a ajuda de Eletrikus Brasiliensis, os Maias encontraram uma forma de sincronizar o calendário deles com de outras civilizações como os astecas, zapotecas e olmecas. Suas combinações deram origens a ciclos adicionais mais extensos e o maior deles termina no dia 21 de dezembro de 2012. Como essa combinação foi feita como a ajuda de Eletrikus, que para eles era um deus, eles passaram a acreditar em ciclos recorrentes de criação e destruição e pensavam em termos de eras que duravam cerca de 5.200 anos. 

Calendário Maia e Eletrikus Brasiliensis
Calendário Maia
As cidades Maias eram os centros administrativos e religiosos. A população crescia de forma exponencial e Eletrikus Brasiliensis ensinou-os a construírem pirâmides maiores que as do Egito sem usar nenhuma ferramenta. Uma forte seca bateu-se sobre aquela região e então, Eletrikus ensinou-os também a construíram grandes reservatórios subterrâneos para armazenar a água da chuva.


Eletrikus Brasiliensis e os Maias

Por mais que Eletrikus Brasiliensis insistisse com os Maias de que ele não era um deus, eles não acreditavam porquê o tinham visto utilizar super-poderes. atipsoi pensou que os convenceria do contrario caso os ajudasse sem os seus poderes, mas ele se enganou, sua inteligência de construir pirâmides e reservatórios foi visto como inteligência divina. Eletrikus não teve outra opção senão ir embora e deixar o povo Maia.

Eletrikus Brasiliensis e os Maias
Maias triste por Katipsoi ter ido embora

Os Maias ficaram desesperados quando viram que Eletrikus tinha ido embora e pensaram que o seu “deus” havia se revoltado contra eles. Por isso, passaram a prestar homenagem a Eletrikus Brasiliensis através de rituais, pensando que assim ele fosse perdoá-los e voltar. Como Eletrikus Brasiliensis não voltava, sacrifícios humanos começaram a ser feitos com prisioneiros de guerra, escravos e particularmente mulheres virgens.
Nos sacrifícios humanos, os sacerdotes eram auxiliados por quatro homens mais velhos, conhecidos como chacs, em honra ao deus da chuva, Chac. Esses homens seguravam os braços e pernas da vítima enquanto seu peito era aberto pelo nacom, um comandante militar, que arrancava o coração ainda pulsante. Também estava presente o chilam, xamã que em transe recebia mensagens dos deuses, e cujas profecias eram interpretadas pelos sacerdotes. Fonte: http://www.espiritualismo.hostmach.com.br/maias.htm
Sacrificio Maia

Evidente que Eletrikus Brasiliensis nunca mais voltou e por volta do século XIII, a sociedade maia entrou em colapso. Ainda hoje, não existe uma explicação que consiga responder a essa última questão envolvendo a trajetória dos maias.


Crédito imagens:
http://www.historiadomundo.com.br/maia/
http://www.espiritualismo.hostmach.com.br/maias.htm

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